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Franco da Rocha – SP. Promotores de Justiça Abusam Supostamente de Autoridade, e idosos protestam contra – Parte-III

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… – Release – Esclarecimento

Sexta – feira., | atualiza 22 janeiro  de 2021 | 11h49 – Nazaré Paulista – SP.
Por Editor: Bp Sérgio Oliveira
Brasil passando a limpo!

Bem-vindo (a), ao Portal de Notícias do Atitude News – O chapa quente –

DIVULGAÇÃO

ESSA MATERIA, DEVERIA SE CHAMAR DE “A PERICULOSIDADE”

Respondendo questionário embrionado; em todo o tempo a pergunta é sempre a mesma: por que demorou tanto para denunciar os supostos cumplices?

*Em cumprimento de uma regra ou lei a periculosidade, alojada nos Tribunais, Relativo à beleza física e ao bom gosto, Jurisdição de Franco da Rocha, hora em destaque, na grande São Paulo;  apenas respondendo parte de uma minúscula parte*

Gostaria de aqui indicar em estilo a resposta ao QUESTIONAMENTO com aspecto de EMBRIONADO, na próxima matéria que há de vir, ou seja, Parte-4.

1 – Relacionando-se as Notificações de membro (s) do Ministério Público – em epígrafe após ausência do Promotor de Justiça, Dr. Daniel Serra Azul, a escassez, supostamente alojada nesta Cidade, Município de Franco da Rocha, detêm-se em avesso membro substitutivo;  Porém as garantias de fraude que ela (Débora Moretti Fumach) possui não se limita apenas ao seu cargo de promotora e sim, de seus superiores como Haroldo Cesar Bianchi (Promotor de Justiça Assessor a época).

2 – No espaço físico do Fórum da Comarca de Franco da Rocha, na Placa onde os Títulos dos classificados por honras são expostas, ou seja, parte Interna do Tribunal, em destaque ao lado do Presidente do Egrégio, Jurisdição de Franco da Rocha, LADO A LADO publicado NOMES em destaque, ou seja, o que seria um demérito, para tantos, para outros não; os, ex-prefeito Marcio Cecchettini, o Oficial de Justiça, ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal da aludida cidade Adiovaldo Aparecido de Oliveira epiteto de TG, envolvidos ambos no maior escândalo de todos os tempos em Corrupção, passiva e ativa, citados pelos investigadores membros de O GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, criado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo em 1995, tem como função a prevenção e a repressão das atividades de organizações criminosas no Estado, devendo oficiar nas representações, inquéritos policiais, procedimentos investigatórios de lesão nesse caso ao erário Público. Também em apoio ao promotor de Justiça de Franco da Rocha, Daniel Serra Azul, quem inicio-o as investigações ao receber denuncias dando contas de condições mais que suficiente para enquadramento dos supostos ardilosos -, a luz da Justiça; dentre os  11 (onze) 10 (dez) dos (legisladores, vereadores), com as mãos habilitadas, Devagar e sem fazer barulho internamente as escuras da lei, ou seja, mensaleiros classificados também etc […].

3 – Até então delegado titular da delegacia de Franco da Rocha, titular Luís Roberto Faria Hellmeister (salvo equivoco o nome), foi também percebido as escusas da lei com atitudes perniciosas, em relação a acolhimento de função, na Câmara Municipal do respectivo Municipio.

Igualmente – em analises a ocorrência acima referendada na portaria a época 23/00 da Promotoria de Justiça de Franco da Rocha, mais as matérias veiculadas pela mídia vislumbram a pratica periculosa escancarada de improbidade administrativa por todos os funcionários públicos e assim foi, Quebrando jugos e fazendo história; aumentando a cota…

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MP move ação contra prefeito, vice, secretários e vereadores de Franco da Rocha.

A Promotoria de Justiça da Cidadania de Franco da Rocha ajuizou, naquela terça-feira (29), ação civil pública por improbidade administrativa contra 23 pessoas e quatro empresas, dentre elas o prefeito do Município, Márcio Cecchettini, o vice-prefeito José Antônio Pariz Júnior, três secretários, dois ex-secretários, e 10 vereadores. Todos são acusados de participar de um grande esquema de corrupção que movimentou pelo menos R$ 2 milhões.

Além do prefeito e do vice, são réus na ação os secretários municipais Marcelo Tenaglia da Silva (Governo), Março Antônio Vaz de Góes (Obras), Pompilho Gonçalves (Fazenda), os ex-secretários Março Antônio Donário (Administração e Negócios Jurídicos) e Março Antonio Pauletto De Freitas (Saúde), o assessor de Gabinete Osmair Anzeloti Cruz, o diretor de Planejamento Mario Francisco Fagá, a advogada Giuliana Cecchettini, irmã do prefeito; os vereadores Adiovaldo Aparecido de Oliveira, Leozildo Aristaque Barros, Rodrigo da Cruz França, Pablo Rodrigo Cunha, José Aparecido Panta, Antonio Lopes Da Silva, Tenório Garcia Tosta, Antonio Carlos dos Reis, Hugo César Faria e Carlos Vicente Ferreira; as empresas J.J. Comercial e Distribuidora de Gêneros Alimentícios Ltda.; Transcolar Ltda. ME, Viação Cidade de Caieiras Ltda., Equipav S.A. Pavimentação Engenharia e Comércio, e F.B.S. Construção Civil e Pavimentação Ltda., e os empresários Silvio Marcelo De Araújo E João Carlos Camilo de Souza.

De acordo com a ação, proposta pelo promotor de Justiça Daniel Serra Azul Guimarães, os agentes públicos recebiam propina para beneficiar algumas empresas que mantinham contratos com a Prefeitura de Franco da Rocha. Provas do esquema foram encontradas em julho, quando promotores locais e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – Núcleo São Paulo realizaram diligências na Câmara e na Prefeitura, cumprindo mandados judiciais de busca e apreensão.

Durante a operação, foram encontrados no gabinete do então secretário de Administração e Negócios Jurídicos Marco Antônio Donário R$ 58,7 mil em dinheiro e cheques de empresas que mantêm contratos com a Administração Municipal. Parte estava em uma pasta de mão do secretário e parte nas gavetas de sua mesa. Foram encontradas, ainda, diversas listas de contabilidade informal, indicando o recebimento de valores pagos por empresas que mantinham contratos com o Município e o pagamento de propinas ao vice-prefeito, a secretários municipais, a vereadores da cidade e à irmã do prefeito, a advogada Giuliana Cecchettini, que trabalhava na Prefeitura e depois foi exonerada em razão de compromisso de ajustamento de conduta firmado em inquérito civil que apurou o nepotismo na Administração Municipal. NO gabinete do secretário de Governo, Marcelo Tenaglia da Silva, foram encontrados documentos indicando que ele mediava a negociação de liberação de verbas e o superfaturamento de obras mediante fraude em licitação.

Na ação, o promotor destaca que o prefeito Márcio Cecchettini contribuiu para a ação do grupo, agindo “negligentemente no que diz respeito à conservação do patrimônio público”. “Além disso, depois de deflagrada a operação que surpreendeu os requeridos em sua atividade criminosa, o Chefe do Executivo Márcio Cecchettini agiu com deslealdade e hostilidade com relação à investigação, iludindo o Poder Judiciário e o Ministério Público sobre suposto afastamento dos chefes da organização criminosa, nomeando para comissão de sindicância um dos envolvidos, deixando de atender algumas requisições e ocultando-se para não receber outras”, ressalta o promotor. O Ministério Público pede a concessão de liminar para o afastamento dos envolvidos dos cargos públicos que ocupam e para que seja decretada a indisponibilidade de seus bens. Pede que, ao final, a ação seja julgada procedente com a condenação de todos os réus a ressarcirem aos cofres públicos o prejuízo causado ao erário, ao pagamento de multa civil de duas vezes o valor do dano, à perda das funções públicas, à suspensão dos direitos políticos e à proibição de contratar com o poder público, entre outras punições previstas para os atos de improbidade administrativa.

1 – O CAMINHO DA INFORMAÇÃOO sistema não entende e nem entenderá eles perseguem, difamam, improvisam armadilhas;  fazem crescer, à lubricidade na noturnidade, aumenta o  investimento em prol do armistício lamaçal, e à “ação de se tornar poderoso, e passar a possuir poder de autoridade, e domínio a EXEMPLO. Exemplo em processo de empoderamento sobre classes desfavorecidascom socialismo Insidioso, financiador do terror;
2 – Arma insídias; prepara ciladas; enganador, traiçoeiro, pérfido, (figuradamente) parece benigno, mas pode ser ou tornar-se grave e perigoso (diz-se de mal, enfermidade etc.). “a febre tifoide é uma doença i.”
3 – ”O dicionário vai além, oferecendo   uma extensão deste conceito caracterizando-o como gíria: “Passar a ter domínio sobre a sua própria vida; ser capaz de   tomar decisões em nome do insuportável … 
4 – Quanto à Democracia: fortifica convicções, com Deus acima de tudo, e o povo ao seu lado Patriota! vença as diferenças! Não Há Justiça Sem Deus!  (grifo nosso!

NÃO HÁ JUSTIÇA SEM DEUS