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Dieesse: cesta básica sobe em 13 das 17 capitais pesquisadas

Cesta mais cara é a de Porto Alegre, que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18%. Maior aumento, de 3,48%, foi em Campo Grande (MS)

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ECONOMIA | Da Agência Brasil – 9/2021 – 16H29 (ATUALIZADO EM 08/09/2021 – 16H37)
Quinta – feira, | atualiza 9 de Setembro,  2021 | 9h18 – Nazaré Paulista – SP – Portal de Notícias – Por Editor: Bp Sérgio Oliveira
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DIVULGAÇÃO

O custo médio da cesta básica em agosto teve alta em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (8), mostra que os maiores aumentos foram em Campo Grande/MS (3,48%), Belo Horizonte/MG (2,45%) e Brasília (2,10%).

As quedas nos preços foram registradas em Aracaju/SE (-6,56%), Curitiba/PR (-3,12%), Fortaleza/CE (-1,88%) e João Pessoa/PB (-0,28%).

A cesta mais cara é a de Porto Alegre (RS), que custa R$ 664,67 e teve alta de 1,18 % em agosto. A de Florianópolis (SC) é a segunda mais cara (R$ 659), com elevação de 0,7% no mês. A de São Paulo (SP) ficou em R$ 650,50, com variação de 1,56%.

A cesta básica mais barata é a de Aracaju (SE), no valor de R$ 456,40, seguida pela de Salvador/BA (R$ 485,44) e de João Pessoa/PB (R$ 490,93).

Nos primeiros oito meses de 2021, a cesta básica teve aumento de 11,12% em Curitiba (PR), o maior no período, com valor atual de R$ 600,47.

Produtos

Entre os produtos que ajudaram a puxar a alta no custo, está o café em pó, que subiu em todas as capitais. A elevação chegou a 24,78% em Vitória (ES). O açúcar teve alta em 16 capitais, com aumentos que ficaram em 10,54% em Florianópolis (SC) e 9,03% em Curitiba (PR).

O litro do leite integral subiu em 14 capitais pesquisadas, com alta de 5,7% em Aracaju (SE) e de 2,41% em João Pessoa (PB).

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