A verdadeira pregação e neotestamentária perigo

  • Domingo. Atualiza 8|8|2020 / 20h55
  • Nazaré Paulista-SP
  • Por Editor: Bp Sérgio Oliveira

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Pedro havia seguido Jesus de certa distância quando Jesus fora levado para ser julgado pelos principais sacerdotes e pelo Sinédrio.

 (Décio – Tribunal dos antigos judeus, em Jerusalém, composto de sacerdotes, anciãos e escribas, o qual julgava os assuntos criminais e administrativos. (Var.: sinedrim.).Grande sinédrio, tribunal, conselho supremo com sede em Jerusalém. Segundo alguns estudiosos, havia dois sinédrios. Os 23 membros do sinédrio político e civil provinham na maioria dos saduceus. Os 70 membros do sinédrio religioso, que era presidido pelo sumo sacerdote, provinham basicamente dos fariseus. Jesus foi julgado pelo sinédrio religioso. Pedro, João, Paulo e Estêvão foram levados a ele, acusados de erro religioso. Depois da queda de Jerusalém em 70, o conselho entrou em decadência e desapareceu).

Testemunhas falsas haviam mentido a seu respeito. Alguns haviam cuspido nele. Outros bateram nele com as suas mãos, zombaram dele. “Estando Pedro embaixo do pátio, veio uma das criadas do sumo sacerdote e, vendo a Pedro, que se aquentava, fixou-o e disse: Tu também estavas com Jesus, o Nazareno. Mas ele o negou, dizendo: Não o conheço, nem compreendo o que dizes. E saiu para o Alpendre. [E o galo cantou.] E a criada, vendo-o tornou a dizer aos circunstantes: Este é uma deles. Mas ele outra vez o negou. E, pouco depois, os que ali estavam disseram a Pedro: Verdadeiramente, és uma deles, porque também tu és Galileu. Ele, porém, começou a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem de quem falais! E logo cantou o galo pela segunda vez. Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que duas vezes cante o galo, tu me negarás três vezes. E, caindo em si, desatou em chorar” (Mateus 14: 38).

Algumas horas antes, Pedro havia jurado ficar ao lado de Jesus, e até morrer com ele, se necessário, independente do que os outros fizessem (Marcos 14:29-31). Não duvidamos da sua sinceridade, nem questionamos suas intenções, mas como Jesus disse. O espírito, na verdade está pronto, mas a carne é fraca” (Marcos14: 38).

Então quando os soldados vieram prender Jesus, Pedro tirou sua espada e teria lutado até a morte. Naquela hora, ele ainda não entendia a natureza pacífica do reino de Jesus. Sendo reprimido e ordenado a guardar sua espada, e vendo o Senhor milagrosamente curar o homem que ele havia ferido deve ter confundido bastante. E depois assistir mentiras sobre o seu Senhor, cuspiram nele, baterem nele e zombarem dele enquanto ele não dizia e nem fazia nada em sua própria defesa. A vergonha e desgraça eram tantas que Pedro, com as suas boas intenções – sucumbiu à fraqueza da carne. O homem que fora tão confiante – talvez confiante demais – de sua devoção a Jesus, encontrava-se negando até mesmo que o conhecia. Negar seu Senhor com uma maldição e um juramento. Assim como Jesus predisse que ele faria (Marcos 14:30).

Aprendemos, observando as ações de Simão Pedro, que é preciso ter menos coragem para carregar uma espada do que para carregara vergonha da cruz. Mas Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.” (Marcos 8: 34).

Regozijamos que a negação de Pedro a respeito de Jesus foi uma recaída temporária. Ele arrependeu-se e continuo em frente para tornar-se um dos cristãos mais eficazes e mais influente que já se viu. Que Deus permita que nós, também, possamos superar nossas fraquezas e sermos servos fieis de Deus.

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Eu, Sérgio José de Oliveira, Bispo Evangélico, Bel. em Teologia, Jornalista, Ex-Acadêmico de Direito, Baiano da Cidade de Pedro Alexandre - Brasil, maior de 71 anos de idade, nasc. em 04/12/1948

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