A política da bajulação na visão de Maquiavel

Por-  Kleber Karpov – 24 de julho de 2017POLÍTICADISTRITO FEDERAL
Quarta. – feira | atualiza 11  nov 2020 | 10h52Nazaré Paulista-SP
Por Editor: Bp Sérgio Oliveira
O CAMINHO DA INFORMAÇÃOO sistema não entende e nem entenderá eles difamam, improvisam armadilhas;  fazem crescer, à lubricidade na noturnidade, aumenta o  investimento em prol do armistício lamaçal, e à “ação de se tornar poderoso”, e passar
a possuir poder de autoridade, e domínio sobre, exemplo. Exemplo em processo de empoderamento sobre classes desfavorecidas. Com o socialismo traidor, financiando o terror.
”O dicionário vai além, oferecendo   uma extensão deste conceito, caracterizando-o
como gíria: “Passar a ter domínio sobre a sua própria vida; ser capaz de   tomar
decisões em nome do insuportável … 
Quanto à Democracia: fortifica convicções, com Deus acima de tudo, e o povo ao
seu lado Patriota! vença as diferença! Não Há Justiça Sem Deus! (grifo nosso)
Não há dúvidas de que um governante precisa de
conselheiros, Maquiavel afirma que “o governante
deve escolher para seu governo apenas homens
sábios e unicamente a eles dar plenos poderes para lhe dizer a verdade
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Maquiavel, no livro “O príncipe”, dedicou um capítulo inteiro (XXIII) para ensinar como um governante pode “evitar os aduladores”. Neste livro, o autor afirma que “os homens apreciam tanto a si mesmos e aos seus atos, que acabam se iludindo a tal ponto que os bajuladores passam a fazer parte de sua vida.” Em comentários de rodapés o grande imperador Napoleão Bonaparte afirmava que “são úteis, uma vez que todo príncipe precisa de estímulos, mas não deve deixar-se envolver por eles.”

Não há dúvidas de que um governante precisa de conselheiros, Maquiavel afirma que “o governante deve escolher para seu governo apenas homens sábios e unicamente a eles dar plenos poderes para lhe dizer a verdade. Eles devem ser autorizados a falar exclusivamente sobre o que lhes for perguntado, e nada mais.” A rigor, “o príncipe deve lhes perguntar sobre tudo, ouvir suas opiniões, refletir sobre elas e depois tomar suas próprias decisões.” No site Metrópoles de hoje (24) a matéria com o título: “Animadores de torcida de Rollemberg custam R$ 766 mil por ano no DF” – Coordenação de Mobilização, composta por 15 pessoas, rebate críticas ao governador nas redes sociais e organiza apoio em eventos públicos – chama a atenção para algo comum em vários governos. As “claques” como são conhecidas são antigas, mas elas possuem alguma credibilidade? Até que ponto o governo elogiando o próprio governo reverte em votos?

Arquivo Portal de notícias – do Atitude News | O PENSADOR: Foto Google – Publicidade

Muitos dos conselheiros do “rei” possuem seus próprios interesses, muitos serão candidatos nas próximas eleições e entendem que poder “é transferência”, mas esquecem que “alta rejeição” também se transfere. Jacob Petry, no livro “Poder & Manipulação” afirma que “cada conselheiro terá em mente seus próprios interesses e o príncipe precisará saber interpretá-los pelo que cada um representa, bem como tirar o melhor juízo a respeito.”

Ainda segundo Jacob Petry “se não seguir essa regra, o príncipe será enganado pela opinião dos seus aduladores ou mudará demais seu parecer, passando uma imagem de inseguro e confuso, o que resultará em falta de respeito e confiança.” Esse filme nós já vimos várias vezes no Distrito Federal.

“As pessoas se comprazem tanto nas coisas que dizem respeito a elas próprias, e se deixam enganar tão facilmente sobre si, que é difícil querer se libertar da bajulação”. (Jacob  Petry – Poder & Manipulação).

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Eu, Sérgio José de Oliveira, Bispo Evangélico, Bel. em Teologia, Jornalista, Ex-Acadêmico de Direito, Baiano da Cidade de Pedro Alexandre - Brasil, maior de 71 anos de idade, nasc. em 04/12/1948

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